O advogado Marcello Maurício dos Santos, do escritório Chiarottino e Nicoletti, fundado por Leandro Augusto Ramozzi Chiarottino, falou para o portal R7 sobre as novidades na NF-e.
Em 2016, as empresas tiveram que adequar seus programas geradores de documentos fiscais ao Código Especificador da Substituição Tributária (Cest). A exigência que vem do Convênio ICMS 146/2015 do Confaz, obrigada todos os comércios que emitem Nota fiscal eletrônica (NF-e) ou Nota Fiscal ao Consumidor eletrônica (NFC-e) tiveram que criar campos em seus programas para receber o novo código. Para Marcello dos Santos, as mudanças são necessárias para uniformizar como funciona o sistema.“Com o tempo cada estado foi criando sua lista de produtos submetidos à substituição tributária mas isso sem que houvesse um padrão. O Cest engloba esses produtos, trazendo um padrão”, explicou.

SAIBA MAIS